Sugestões para o Dia dos Namorados

Chocolates e flores está muito démodé. Oferece antes livros ao amor culto e maravilhoso da tua vida!

Como sugestões, a equipa da Editorial Divergência escolheu os seguintes livros:

A obra «Quem Chama pelo Senhor Aventura?», de Rita Garcia Fernandes, é o Livro do Mês de Janeiro. A obra, que venceu o Prémio Divergência 2016, tem 10% de desconto este mês, e pode ser adquirida aqui.

Sinopse:

«Quem chama pelo Senhor Aventura?» descreve a última missão de Óscar, um velho super-herói aposentado com um poder muito especial: o de salvar sonhos. Tudo começa quando as suas antigas ferramentas de trabalho voltam a guiá-lo até um novo desafio. Liz é uma jovem que vive conformada com um trabalho de escritório que não a realiza. O seu aborrecido quotidiano vai alterar-se no momento em que a sua vida e a do velho Óscar – ou senhor Aventura, como todos o conhecem – se cruzam. Esta história lembrará a jovens e adultos a importância de lutar pelos seus sonhos e de nunca virar costas a um desafio, que pode muito bem tornar-se na aventura das suas vidas.

Sobre a autora:

Nasceu em 1989, em Lisboa, cidade onde se licenciou em Jornalismo e pós-graduou em Storytelling. Autora do livro infantil «As Cores da Cidade Cinzenta», publicado pelo Alto Comissariado para as Migrações e distribuído por mais de 3500 creches e jardins-de-infância dos estabelecimentos de ensino público de Portugal em 2016. Libretista do projecto de ópera de câmara «Outra Margem», criado no âmbito da European Network of Opera Academies com o compositor Nuno da Rocha. Vencedora do II Prémio Literário Cidade Poesia (Brasil), com o conto «O Polvo», e da Bolsa Jovens Criadores 2017 do Centro Nacional de Cultura, com o projecto literário que incluiu a residência artística numa aldeia de Pampilhosa da Serra e a criação de um romance centrado na vida no Portugal profundo. «Quem Chama pelo Senhor Aventura?», vencedor do Prémio Divergência 2016, é o seu primeiro romance juvenil.


A segunda recomendação é a colectânea de contos de Fantasia Rural, «O Resto é Paisagem», em colaboração com Luís Filipe Silva. Tem contos de Carlos Alberto Espergueiro, Daniela Maciel, Inês Montenegro, João Ventura, Lívia Borges, Pedro Nuno Galvão, Raquel da Cal, Ricardo Correia, Rui Ramos e Simão Cortês. Podes adquiri-lo aqui.

Sinopse:

Entrai então nas dez portas que vos oferecemos. Uma a uma, como manda o preceito, inspirando fundo, ajustando o xaile e a gola do capote, puxando a boina sobre os olhos, baixando a vista e murmurando a prece escutada ainda em vida pelos lábios dos moribundos– a prece repetida no campo, no antigamente entretanto calcado para o fundo da memória pela patina dos novos tempos –, sem esquecer de entregar à guarda da recepção telemóveis, relógios e brinquedos que perturbassem aqueles que não convém incomodar.

“Arrastando-nos para longe do bulício da grande cidade, a antologia «O Resto é Paisagem» da Editorial Divergência desperta crendices, espíritos e sombras dos nossos antepassados pela mão de um conjunto de competentes autores.”

– Rogério Ribeiro

Organização do Fórum Fantástico

“Inspirados em todo o mistério que o ambiente rural pode proporcionar, os contos de «O Resto é Paisagem» exploram a diversidade dos cenários e das superstições, ora religiosas, ora sobrenaturais, criando um conjunto de histórias de tons diversos, mas de objectivo cumprido — entreter e envolver o leitor.”

– Cristina Alves

https://osrascunhos.com


E a nossa última sugestão é a obra «Tudo Isto Existe», uma compilação da ficção curta de João Ventura. Podes adquiri-lo aqui.

Sinopse:

Reunida pela primeira vez num mesmo volume impresso, uma selecção da melhor ficção curta de João Ventura. Cultuador de narrativas acutilantes na tradição de Jorge Luis Borges, Italo Calvino e Julio Cortázar, João Ventura usa a linguagem não apenas como um jogo, mas muitas vezes como personagem, ou mesmo alma, das suas narrativas. Provando que o bom senso raramente é comum, as histórias que cria são habitadas pelos nossos desejos e pecadilhos banais, tornados extraordinários. Não se esqueça que “Tudo isto existe”! E que, parafraseando o adágio, se há aqui algo que não é verdade, pelo menos foi muito bem inventado…

Sobre o autor:

João Ventura foi, desde muito cedo, um leitor omnívoro, percorrendo no Verão a Biblioteca Municipal de Elvas, de onde é natural, à razão de um livro por dia (incluindo tijolos com 500 páginas). O primeiro choque com o formato conto aconteceu-lhe com “Fuga” de John Steinbeck. Ainda hoje se lembra do sentimento de descoberta! O primeiro livro de ficção científica que leu foi “O Cérebro de Donovan” (Curt Siodmak, nº 13 da Colecção Argonauta). Um conto de FC que o marcou foi “Flores para Algernon” (Daniel Keyes), incluído no mítico nº 100 da mesma colecção. Chegou ao fantástico pela “Auto-estrada do Sul”, de Júlio Cortázar e visitando “As ruínas circulares” de Jorge Luís Borges. Encontrou Ítalo Calvino na adolescência, no “Atalho dos ninhos de aranha”, perdeu-o depois e reencontrou-o muito mais tarde em “As cidades invisíveis” e noutros livros. Continua devoto desta Fantástica Trindade. Atribui a responsabilidade pelo contágio do vírus da escrita à Dra. Odete Taborda, sua professora de português no secundário, cujos TPCs incluíam sempre uma composição (mínimo 8 linhas) sobre um assunto qualquer de que ela se lembrava ao tocar da campainha. Cinco por semana durante um ano lectivo! Cada cura tem sido (felizmente) sempre seguida de uma recaída. Não acredita em horóscopos. João Ventura gosta de escrever microcontos, mas às vezes saem-lhe estórias um pouco maiores…

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